segunda-feira, janeiro 1

2007

2007 ainda agora começou e já mostra ao que vem. Período marcado pela necessidade de restruturação da astrologia que faço, essa necessidade surge retratada, invariavelmente, em erros. Talvez por isso venha a ser um ano com menos previsões e mais reflexões. Às vezes, para dar um passo à frente é preciso dar uns 2 ou 3 atrás, e quer-me parecer que 2007 será um ano muito duro para a minha astrologia.
O artigo que deu por concluída a transferência de Figo para as Arábias está carregadinho de sinais sobre a necessidade dessa restruturação. Restruturação técnico-astrológica e restruturação de procedimentos e de publicação de previsões. Não se trata de nada de dramático, apenas e só de uma fase conjuntural. Nem eu escapo à "ditadura" dos astros... Entender estas fases conjunturais como oportunidades de melhoria, embora nem sempre de melhoria aos olhos de quem nos vê, revela discernimento e perspectiva. E não quero perder oportunidades...
De qualquer maneira, importa manter em análise esta transferência até ver gorada. De facto, a rescisão contratual que previramos verificou-se. E não foi só uma rescisão. Como saberão muitos de vós, a liberdade de forma contratual é a regra, ao menos no ordenamento juridico Português. Ou seja, para formar um contrato não é preciso que esse contrato seja escrito.
Assim, apesar de não ter chegado a assinar contrato com o clube das Arábias, Figo comprometeu-se. Acontece que, no campo futebolistico, a excepção vira regra, e sem contrato escrito e assinado não há nada para ninguem. Ora, se não se pode falar de rescisão contratual a nível juridico, não significa que não exista um quebrar de contrato.
Existiu, no entanto, mais uma rescisão contratual. O contrato que vigorava entre Figo e o Inter vai (se se vier a concretizar o que os Media anunciam) ser rescindido, assinando-se um outro compromisso com duração por mais ano e meio.
Em termos de técnica-astrológica pura, e analisando-se a conjuntura presente de Figo, não se pode concluir que está tudo acabado. isto porque, durante o mês de Janeiro, e até ao seu final, o potencial astrológico para mais rescisões contratuais existe. Ou seja, isto só acaba quando a senhora gorda cantar, e até finais de janeiro a senhora vai cantar.
Ligado com o potencial conjuntural para rescisões, que nos levou a prever uma possivel rescisão contratual para Figo nesta fase de Dezembro 2006/Janeiro 2007, está um outro potencial conjuntural de mudança de residência, que nos levou a considerar como possivel que a rescisão contratual estivesse ligada a uma mudança de clube e, até, de país. Este potencial mantem-se, tambem, até finais de janeiro 2007.
Outros casos semelhantes sucederam já no passado sem que os jogadores "atingidos" por conjunturas deste tipo chegassem a mudar-se para o estrangeiro, embora a rescisão contratual, pelo menos sob a forma da assinatura de um novo contrato entre clube e jogador, dificilmente não se verifique. Mas uma das constantes deste tipo de casos (aconteceu, por exemplo, com Thierry Henry durante 2006) é a de, pelo menos, colocar-se como uma forte hipótese a mudança de clube.
Uma das curiosidades deste caso é verificar como vão ficar as relações de Figo com o clube Árabe, no caso de não chegar a cumprir o que acordou com os seus dirigentes. Seja como fôr, aguardemos então até finais de Janeiro 2007 e tiremos, então, as devidas conclusões.