segunda-feira, abril 16

E viva la España

1. Depois da derrota na jornada da semana passada, uma vitória em casa frente ao Maiorca permitiu ao Barcelona"abrir" uma distância de 4 pontos para o 2º classificado, o Sevilha, que perdeu em Valência. Relembrando uma previsão postada há umas semanas atrás aqui no AstroCosmo, relembramos que, entre a jornada de 14 ou de 21 de Abril (não foi a de 14, porque ganhou; podia ser considerada a de 7 Abril, por antecipação; mas inclinamo-nos mais para a de 21, pela consistência), repito, a partir da jornada de 21 Abril e durante, aproximadamente, 3 ou 4 jornadas, o potencial para desilusões e resultados menos positivos de Rijkaard, e consequentemente, da equipa que lidera, existe e deve ser levado em conta. A margem de avanço para os perseguidores directos é uma boa almofada para que, perante possíveis resultados menos bons, a equipa possa ainda recuperar. O treinador Holandês apresenta melhoria conjuntural a partir de meados de Maio, o que pode ser bom sinal, dado que a liga em Espanha só termina lá para 19 de Junho.
2. Cristiano Ronaldo não só não saiu de Manchester, como viu ser-lhe renovado contrato, com melhoria considerável de remuneração. Depois de há dias termos aqui dado indicações de configurações planetárias fortes no mapa do jogador a apontarem para uma possível rescisão contratual, ou de uma forte hipótese de tal suceder, a partir de Dezembro 2007, e depois tanto no final da época 2007/08 como durante algumas fases da temporada seguinte, fiquei a matutar sobre o assunto... Se o jogador renovou contrato com o Manchester, é pouco provável que os indicadores de rescisão contratual que acima referimos digam respeito a uma nova renovação contratual com o mesmo clube. Ou seja, as hipóteses (a nível de potencial astrológico) de uma saída do jogador de Manchester aumentam consideravelmente, nos períodos apontados, o que significa que os clubes (Espanhóis) que o perseguiram neste final de temporada não estão dispostos a "largar o osso" tão cedo.

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quarta-feira, abril 11

O "caso" Ferguson

1. Quando um treinador apresenta indicadores tão fracos no final de temporada, alguns a apontarem para rescisões de contratos e outros para insegurança, ansiedade e possíveis derrotas inesperadas, o que dizer quando a sua equipa lidera o campeonato Inglês, atinge as meias finais da Champions League e da taça de Inglaterra? Das duas, três: A importância da globalidade das conjunturas do plantel é capaz de reverter o quadro; a época ainda não acabou; ou a data de nascimento do treinador levanta dúvidas.
Pelo que tive oportunidade de analisar do mapa de Ferguson, nomeadamente na grande época realizada em 98/99, dá ideia que está tudo no sitio. Claro que faltam os 20 a 25 por cento dos dados pela ausencia da hora de nascimento mas, ainda assim, o que está lá tem que ser vivido e exteriorizado de alguma forma. Um "case study" para lhe retirar conclusões quando fôr tempo disso.
2. Olhando para a conjuntura de Cristiano Ronaldo, nomeadamente a nível de rescisão de contratos, apesar de notar a presença já no fim da presente temporada de alguns apontadores nesse sentido, é a partir de finais de Dezembro 2007, que estão presentes indicadores astrológicos mais consistentes a sugerirem uma saída do Português de Inglaterra ou, tão só, a realização de um novo contrato com o Man. United. Estes aspectos repetem-se em finais da temporada 2007/08.
3. As meias finais que todos desejavam vão em frente. Atenção ao Liverpool. Cuidado, Mourinho.

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quarta-feira, fevereiro 14

Simbolos

Quaresma e Cristiano Ronaldo, a pouco mais de um ano de expirarem os contratos que os ligavam ao Sporting, foram aconselhados pelo seu agente de então, José Veiga, a não renovarem, já que alguns grandes clubes Europeus os contratariam se fossem donos dos seus passes.
Quaresma e Cristiano fecharam a mão, levantaram-na bem alto, e espetaram o dedo. A carreira de Veiga enquanto agente de jogadores praticamente "fechou" nessa ocasião. E de pouco valeu que dirigentes de grandes clubes tivessem feito "demarches" no sentido de os atletas não renovarem.
Em entrevista a um jornal Espanhol, Sandro Rossel, à data executivo do F C Barcelona (sempre o Barcelona, que já tinha lesado o Sporting com Figo), conta que foi à Madeira e a casa de Cristiano Ronaldo, onde a mãe deste lhe terá servido bacalhau com batatas (aquele Tino de Rans tambem contava uma estória assim), para convencer o atleta e/ou os seus pais, para que não renovasse: daí a um ano estaria no Barcelona.
Debalde. Por palavras suas, conta Rossel, que o motivo da "nega" de Cristiano foi a de querer que o seu clube de formação fosse compensado financeiramente pela sua saída. A mesma razão que tanto Ronaldo quanto Quaresma haviam dado a José Veiga para não quererem saír em litigio com o Sporting.
No actos se vê aquilo que cada jogador quer a um clube. Quaresma joga no FCP porque o Sporting não exerceu o direito de opção que tinha para adquirir o seu passe, numa operação em tudo idêntica à de Simão, mas deu uma lição de honestidade a muito sportinguista que por aí anda e, sobretudo, um bom dinheiro para as finanças debilitadas de Alvalade. Cristiano Ronaldo não é só um grande jogador: no momento da verdade mostrou o seu carácter (um bom carácter) e a confiança que sempre teve no seu valor. Não precisou de "pisar" ninguem para fazer o seu caminho. E parece que não se está a dar mal.
Simbolos não se fazem de falta de memória nem de ódios desnecessários. Mas na formação de Alvalade esta ultima fornada mostrou gratidão, o que tambem é um sinal de que o departamento juvenil já consegue encontrar não apenas bons atletas. Figo e Futre para dirigentes do Sporting? Que tipo de exemplo seriam eles para os jovens do clube?

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