domingo, março 30

Premier League 2013/14 ao rubro

Eu sei que parece que estou a chover no molhado, mas a conjuntura de Pellegrini não é a de um vencedor da liga Inglesa. Dou por mim, e por isso, a comparar Pellegrini com Rodgers e Mourinho. Qual deles tem a conjuntura mais equilibrada e qual deles é mais favorito "futebolisticamente", a ganhar. Uma dupla positiva leva-nos a um favorito global, e a um grau de eficiência  mais elevado.
 
O problema é que nem sempre esta correspondência existe, o que se explica com facilidade. A conjuntura de um mapa individual reflete as cambiantes psicológicas sentidas pelo nativo e a sua progressão profissional individual. Um treinador como Rodgers, por exemplo, tem já confirmada essa progressão com a temporada que está a fazer, e essa situação não se alterará ainda que não vença a Premier League 2013/14.
 
Ou seja, o Liverpool 2013/14 não é o favorito, futebolisticamente, a ganhar, face á concorrência de equipas como a do Chelsea e, sobretudo, do grande favorito Manchester City.
 
Este é o quadro em que um bruxo se deve mover, sob pena de transformar a astrologia futebolística num mero exercício de estilo abstrato.
 
City ou Liverpool são, claramente, as melhores equipas da temporada. O City tem uma equipa cheia de recursos e com três jogadores, na minha opinião, de qualidade superior: Touré, Silva e Nasri.
 
Do primeiro não falo. Pelas mesmas razões que levaram Mourinho a não acreditar na data de nascimento de Etoo, não posso considerar o mapa de Ya Ya Touré. Os outros dois conjugam talento e conjuntura evolutiva, na melhor fase das carreiras deles. E que grandes jogadores são estes meninos...
 
O Liverpool tem, na minha opinião meramente de adepto do futebol, o melhor jogador da temporada presente (de todos os campeonatos Europeus), Luís Suarez, e está muito bem acompanhado pelo prolifico e excelente Sturridge, mas parece faltar-lhe profundidade de plantel no meio campo e defesa, quando comparado com os seus principais rivais. Ainda não analisei uma única vez as conjunturas do plantel do Liverpool, mas é o meu próximo passatempo. 
 
No fim de semana de 13 de Abril 2014, realiza-se o Liverpool-City, e limitei-me a olhar para as conjunturas de Rodgers e Pellegrini, e confirmar a minha ideia anterior: Rodgers está melhor que Pellegrini.
 
Quanto a Mourinho e ao seu Chelsea, confirmam a dupla positiva para uma decisão: conjugam um rendimento de jogo inferior a Liverpool e City e apresentam um quadro conjuntural em importante parte do seu plantel que não deixa antever grandes sucessos.
 
Cech, Terry, Cahil e Matic, quatro titulares absolutos, com indicadores daquele género que já conhecem de má imprensa, e o que isso pressupõe (derrotas para a equipa, nomeadamente, para além de erros graves), no caso de Terry e Matic devendo estes aspectos revelarem-se mais tarde (próxima temporada), situação esta a que o restante plantel não reage com qualidade conjuntural positiva compensadora. Apenas Hazard e Oscar têm uma conjuntura evolutiva (a 3/4 anos) que me entusiasme. 
 
A conjuntura de Mourinho não é terrível, e já sabemos que O especial gosta de fazer muito com pouco, mas a de Rodgers, por comparação, está mais equilibrada. Eu sei, falta ver o plantel do Liverpool. Até já.
 

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quarta-feira, maio 2

AstroCosmo Europeu

"...2. O fim de ciclo do Barcelona comprovou-se em Liverpool, e o inicio da boa fase dos Ingleses (em termos planetários) está para breve. Uma equipa a ter em conta na presente edição da Champions..."
"...1. Muito interessantes os emparelhamentos dos quartos de final da Champions. Quando ainda falta muito tempo para as decisões, preveem-se dificuldades para Manchester United e Chelsea. A final mais desejada seria a reedição de 2005, com Milan e Liverpool a enfrentarem-se e, quiçá, uma oportunidade para vingar uma derrota extremamente dolorosa para Anceloti e seus ragazzos. Depois de uma temporada 2006/07, até aqui, fraquinha, este Milan tem conjuntura para ir longe..."
"...4. A lesão de Robben é um rude golpe para Mourinho e o seu Chelsea. Não tem outro jogador igual no plantel, com tanto talento e capacidade de improvisar, numa equipa de estilo Germânico que vence passando a ferro, à força de um bloco poderoso, os adversários. Joe Cole está sem ritmo de jogo; Kalou apresenta uma conjuntura complicada; e Wright-Philipps é quase sempre uma terceira escolha para o técnico Português. Se a isso juntarmos o potencial de tensão que os indicadores planetários do mapa astrológico de Mourinho revelam, temos traçado um grande desafio para o "special one" enfrentar no que resta de temporada. Engraçado de seguir será tambem Alex Ferguson, com vários apontadores de rescisão contratual presentes (tal como Mourinho). É um bom momento para testar o mapa do Escocês: rescisão com ou sem novo contrato?..."
"...1. Um Liverpool fortíssimo mostrou porque é, astrológicamente, um sério concorrente à vitória na presente edição da champions League. Se o Chelsea passar às meias finais terá muitas dificuldades em ultrapassar os "Beatles"..."
"...1. Quando um treinador apresenta indicadores tão fracos no final de temporada, alguns a apontarem para rescisões de contratos e outros para insegurança, ansiedade e possíveis derrotas inesperadas, o que dizer quando a sua equipa lidera o campeonato Inglês, atinge as meias finais da Champions League e da taça de Inglaterra? Das duas, três: A importância da globalidade das conjunturas do plantel é capaz de reverter o quadro; a época ainda não acabou; ou a data de nascimento do treinador levanta dúvidas.

Pelo que tive oportunidade de analisar do mapa de Ferguson, nomeadamente na grande época realizada em 98/99, dá ideia que está tudo no sitio. Claro que faltam os 20 a 25 por cento dos dados pela ausencia da hora de nascimento mas, ainda assim, o que está lá tem que ser vivido e exteriorizado de alguma forma. Um "case study" para lhe retirar conclusões quando fôr tempo disso..."
"...3. As meias finais que todos desejavam vão em frente. Atenção ao Liverpool. Cuidado, Mourinho..."
"...5. Mourinho e o seu Chelsea já cederam na luta pela Premiership, o que vai de encontro a algumas frustrações que a conjuntura do treinador Português deixava antever. Mantem-se o enigma relativamente à conjuntura de Alex Ferguson, com indicadores de potencial para rescisão contratual e para algumas desilusões..."

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sábado, abril 21

Praise the lord

Depois de Peter Kenyon ter vindo a terreiro afirmar, peremptoriamente, que Mourinho permanecerá no comando do Chelsea durante a próxima temporada, fácil seria acreditar que um processo de tamanha complexidade havia chegado a seu termo de modo satisfatório.
Não chegou. É durante o que sobra de Abril, e durante inicios de Maio, que os alarmes planetários se acendem de forma mais consistente a anunciar uma potencial nova críse de rescisão contratual. É bem verdade que meados/fins de Maio acalmam um pouco este cenário mas, para já, é melhor não dar grande crédito a Kenyon: que ele queira ficar com Mourinho, é um coisa, que todos estejam com ele, na vitória e na derrota, é outra bem diferente. Praise the lord....

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quarta-feira, abril 11

O "caso" Ferguson

1. Quando um treinador apresenta indicadores tão fracos no final de temporada, alguns a apontarem para rescisões de contratos e outros para insegurança, ansiedade e possíveis derrotas inesperadas, o que dizer quando a sua equipa lidera o campeonato Inglês, atinge as meias finais da Champions League e da taça de Inglaterra? Das duas, três: A importância da globalidade das conjunturas do plantel é capaz de reverter o quadro; a época ainda não acabou; ou a data de nascimento do treinador levanta dúvidas.
Pelo que tive oportunidade de analisar do mapa de Ferguson, nomeadamente na grande época realizada em 98/99, dá ideia que está tudo no sitio. Claro que faltam os 20 a 25 por cento dos dados pela ausencia da hora de nascimento mas, ainda assim, o que está lá tem que ser vivido e exteriorizado de alguma forma. Um "case study" para lhe retirar conclusões quando fôr tempo disso.
2. Olhando para a conjuntura de Cristiano Ronaldo, nomeadamente a nível de rescisão de contratos, apesar de notar a presença já no fim da presente temporada de alguns apontadores nesse sentido, é a partir de finais de Dezembro 2007, que estão presentes indicadores astrológicos mais consistentes a sugerirem uma saída do Português de Inglaterra ou, tão só, a realização de um novo contrato com o Man. United. Estes aspectos repetem-se em finais da temporada 2007/08.
3. As meias finais que todos desejavam vão em frente. Atenção ao Liverpool. Cuidado, Mourinho.

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sábado, março 31

Espanha e Inglaterra: astros fazem mossa

1. O desportivo Espanhol "Marca" anuncia hoje que Ronaldinho tem pé e meio em Milão. O Culebron adensa-se e vai tornando-se uma realidade. Enquanto isso, Deco continua a perder peso em Barcelona, ao mesmo tempo que a influência de Iniesta cresce, e a sua situação (do Português) conjuntural até final da presente temporada promete novos desenvolvimentos nos crescentes rumores de que pode, tambem ele, estar de saída da cidade condal. Não é, definitivamente, um momento feliz para o nosso Mágico.
2. Ao mesmo tempo que os porta-estandartes da grande equipa Catalã veem o seu futuro vacilar, o Barcelona continua a ser dado como o grande favorito à conquista da liga Espanhola. O problema, no entanto, não se reduz à conjuntura de Deco mas tambem à de Rijkaard. Sobretudo a partir das jornadas de 14 OU 21 de Abril, e durante as 4 ou 5 semanas seguintes, a conjuntura do Holandês reacende a luz vermelha indicadora do perigo de derrotas e de um ego em queda. Claro que a liga Espanhola só termina em finais de Junho o que pode dar alguma margem de recuperação à equipa, mas convem não perder demasiado terreno numa fase tão crítica da temporada: às tantas, pode dar-se o caso de ser tarde para ir "buscar" os adversários directos.
3. Perante um cenário deste género podia pensar-se que Capello tinha perante si uma oportunidade única de marcar diferenças e lutar pelo título Espanhol. Acontece que o Italiano não está melhor que o Holandês, com a desvantagem dos apontadores negativos de Capello começarem já na primeira metade de Abril, estendendo-se à sua segunda metade e a boa parte de Maio. Porca miséria!
4. A lesão de Robben é um rude golpe para Mourinho e o seu Chelsea. Não tem outro jogador igual no plantel, com tanto talento e capacidade de improvisar, numa equipa de estilo Germânico que vence passando a ferro, à força de um bloco poderoso, os adversários. Joe Cole está sem ritmo de jogo; Kalou apresenta uma conjuntura complicada; e Wright-Philipps é quase sempre uma terceira escolha para o técnico Português. Se a isso juntarmos o potencial de tensão que os indicadores planetários do mapa astrológico de Mourinho revelam, temos traçado um grande desafio para o "special one" enfrentar no que resta de temporada. Engraçado de seguir será tambem Alex Ferguson, com vários apontadores de rescisão contratual presentes (tal como Mourinho). É um bom momento para testar o mapa do Escocês: rescisão com ou sem novo contrato?

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segunda-feira, março 26

Mourinho e Jesualdo: pontos de contacto II

Aproxima-se a alta velocidade a fase em que estarão activos, simultaneamente, vários indicadores planetários potenciadores da rescisão contratual entre Mourinho e o Chelsea. Entre meados de Abril e a primeira semana de Maio encontramos o epicentro desta possível crise que pode levar, ou não, à saída do "Special one" de Inglaterra.
Caso semelhante é o de Jesualdo Ferreira, embora encontre indicadores astrológicos mais concentrados na fase final do campeonato, por volta de meados/fins de Maio, o que até faz mais sentido. Isto não significa que não possa começar a aventar-se a hipótese de saída do treinador portista já durante o mês Abril, mas é a partir de meados de Maio que as configurações planetárias ficam mais juntas.
Imprescindível, para que se interesse pela conjuntura de Jesualdo Ferreira para a fase final desta temporada, "rever" este post publicado em 11 de Janeiro passado.

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sexta-feira, fevereiro 23

Ladies and gentlemen, I give you: Row zé Mâurinho

1. Depois do enterro que lhe fizeram em finais de Dezembro/inicios de Janeiro, Mourinho encontra-se na melhor fase da sua temporada 2006/07, e essa fase está longe de terminar. A popularidade está alta mas não vai parar por aqui. Os ultimos 2 meses da época trazem, no entanto, de volta velhas tensões, mas é tambem nessa fase da temporada que Alex Ferguson enfrenta o maior desafio dos seus ultimos anos: tentar vencer uma conjuntura complicada e desestruturante de modo a não perder um campeonato que parecia já não poder fugir-lhe. Uma emocionante luta de conjunturas complicadas. De notar indicadores fortes de rescisão contratual na conjuntura de Ferguson quer no fim desta temporada, quer durante toda a temporada 2007/08.
2. Continuo a aguardar a queda conjuntural de Simão Sabrosa e Quim para este final de mês. No caso do Guarda-redes a conjuntura menos boa prolonga-se por boa parte de Março, embora seja esta parte final de Fevereiro a mais afectada. Procurando "encaixar" a conjuntura dos jogadores encarnados com o treinador benfiquista, é a partir do jogo da próxima jornada da liga Portuguesa, com o Paços de Ferreira, o mais tardar da seguinte, que a conjuntura de Fernando Santos deixa de estar amparada por configurações responsáveis pelo actual momento de boa crítica. Ao mesmo tempo, Nuno Gomes mantem-se abaixo da linha de água tambem até final de Fevereiro 2007, embora mostre melhorias consideráveis a partir de Março, altura em que pode voltar a ser o avançado concretizador do passado.
3. A sorte do FCP nesta edição da liga dos campeões pode ter ficado ditada pelo resultado alcançado no dragão. Para a 2ª mão o Chelsea não estará mais fraco conjunturalmente, e Mourinho muito menos, mas é preocupante para os portistas a conjuntura que a maior parte dos seus atletas apresenta no jogo frente ao Maritimo que disputam imediatamente a seguir ao jogo de Londres.

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terça-feira, fevereiro 6

Mourinho e sus Muchachos cantam para Abramovich

Humor Inglês, hoje e sempre, o melhor do mundo

http://www.youtube.com/watch?v=4GMu1K1926c

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