terça-feira, março 13

Transição

1. Foi ele quem fez despontar a ultima fornada de génios da formação de Alvalade, tendo ganho o titulo de melhor jovem. Mas foi tambem o que sentiu uma maior desvalorização profissional nos ultimos anos, ao ponto de não se ter conseguido afirmar nos clubes por onde passou. Hugo Viana é um daqueles casos que nos fazem lembrar promessas sempre adiadas mas é importante que se diga que a sua conjuntura planetária não tem ajudado nada o atleta a concretizar o potencial que cedo demonstrou.
As ultimas épocas são marcadas por apontadores astrológicos carregados de derrotas e desilusões, responsabilidades pesadas e testes duros às suas capacidades. No final desta temporada e até Dezembro 2007, indicadores de rescisão de contratos estão presentes na conjuntura do atleta, ao mesmo tempo que indicadores que potenciam lesões surgem logo nos primeiros meses de 2008. Mas, pelo meio disto tudo, pode dizer-se que a próxima época marca uma viragem na carreira do atleta, que pode concretizar mais plenamente em 2008/09. Por enquanto encontra-se num período de transição, ainda perigoso, mas já com alguns laivos de qualidade aqui e ali.
2. A conjuntura de Quim tem vindo a concretizar-se. Depois do frango de Paris, a lesão na luz frente à União de Leiria. Quanto a Simão não há novidades: mantem-se impávido e sereno perante os ataques dos astros.
3. A vitória do Porto nos Barreiros veio dar razão às suspeitas que levantei no post de resposta ao J relativamente ao potencial de derrota da equipa de Jesualdo Ferreira para esse jogo. A fase depressiva reflectida em aspectações planetárias ainda activas nas conjuntura de alguns atletas do FCP para o fim de semana que passou, constituíram apenas resquicios da derrota a meio da semana frente ao Chelsea. É, tambem por isso, que prever jogos especificos se torna uma tarefa abominável: os aspectos astrológicos limitam-se a reflectir estados de espirito, estados de alma, estados psicológicos, que, normalmente, encontram no exterior factores circunstânciais capazes de os despoletar. Se a aspectação planetária reflecte depressão, falta de apoios do exterior, isso pode significar uma derrota, uma má exibição, ou tudo isso ao mesmo tempo. O grande problema é que, normalmente, se depois de uma derrota vem uma vitória, o estado de espirito anterior tende a esbater-se. Ou então não, e a eliminação, e o modo como ela acontece, de uma competição tão importante como a Champions League, pode muito bem explicar os motivos para que os efeitos se prolonguem para lá do jogo seguinte, apesar deste ultimo jogo revelar um resultado positivo.
4. Não estamos a pensar em fazer previsões para o Porto-Sporting do próximo fim de semana, mas vamos, algures durante esta semana, analisar as conjunturas de curto e médio prazo de Jesualdo Ferreira e de Paulo Bento para o clássico. Stay tunned.

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domingo, março 4

Quem nunca errou que mande a segunda mensagem

1. O empate do Sporting em Leiria marca o fim da conjuntura planetária complicada que jogadores e treinador leoninos têm suportado desde meados de Janeiro 2007. Como excepção, e tal como fomos adiantando, temos Liedson, que "explicou" com a sua expulsão o porquê de um mês de Março abaixo do normal. A partir daqui, e de uma maneira geral, podemos esperar um Sporting com mais sorte e eficácia. Os miúdos estão prontos para as vitórias, e Bueno, Alecsandro, Romagnoli, Paredes, Polga e Caneira são a experiência capaz de suportar a inexperiência da equipa. Já era tempo. Como balanço deste período ficam os 9 pontos de desvantagem para FCP e 5 para SLB.
2. Os erros que se cometem a efectuar previsões astrológicas, na maior parte das vezes, são erros repetidos. Como na vida, o grande objectivo é lembrar o passado para não repetir os mesmos erros mas, quase sempre, esse objectivo não é alcançado. A análise à sub-fase conjuntural do SLB para esta segunda metade da temporada é um exemplo claro a que nos podemos agarrar.
Na análise global que fizemos para os benfiquistas ficou assente que a segunda metade da temporada seria bem melhor do que a primeira. No entanto, e devido à conjuntura de alguns jogadores, casos de Quim e Simão, previmos alguns resultados menos positivos para finais de Fevereiro e inicios/meados de Março. Até aqui, como é bom de ver, nem os maus resultados surgiram, nem Quim ou Simão apresentaram sinais de queda de rendimento. Então, qual foi o erro?
Uma das premissas básicas para enquadrar conjunturas de uma equipa é a de que, se o treinador apresenta uma conjuntura de qualidade, é demasiado arriscado prever maus resultados da equipa. Tem de existir uma consonância entre as conjunturas dos jogadores com a do treinador. No caso do Benfica isso não sucedeu, pois a conjuntura de Fernando Santos até final de Fevereiro era bem positiva. Surgem então as conjunturas de Quim e Simão a baralharem as contas, e elas são, não a consequência, mas sim a causa originária do erro de análise.
Procuro, como sempre, tentar encontrar uma posição de imparcialidade nas análises que vou fazendo, detectando os meus erros e não deixando que problemas de ego interfiram nas análises e, dessa forma, assumir o falhar de uma previsão deve ser sempre o ponto de partida para encontrar o fio à meada. Digo isto para que não fiquem dúvidas de que não insisto em previsões que parecem erradas apenas para me defender, mas sim porque, após uma re-análise, penso ter encontrado as razões de as coisas não terem ido de encontro ao previsto.
Ora, o caso do Benfica parece-me estar directamente ligado à conjuntura de Fernando Santos. É a partir de inicios de Março que a conjuntura do treinador benfiquista turva. Então, perguntarão muito bem, onde "ficam" as conjunturas de Quim e Simão? No caso de Quim, que defendeu uma grande penalidade frente ao Desportivo das Aves e se exibiu a bom nível, a sua conjuntura continua com um potencial de queda de rendimento durante as próximas 2 a 3 semanas. No caso de Simão, confesso que não compreendo o porquê de não ter sido "afectado" pelas configurações planetárias que apresentou na segunda metade de Fevereiro, mas olhando para as mesmas configurações planetárias que já antes, no inicio da temporada, estiveram activas, observo que, nessa ocasião, os efeitos se fizeram sentir um pouco fora de tempo, o que vai de encontro ao timing de resultados menos positivos nas próximas semanas. Não compreendo porquê, mas assim foi.
Outra questão pertinente é a de saber porque razão coloco tanta "fé" na conjuntura de Fernando Santos. Porque, até esta fase da temporada, a equipa reagiu sempre em consonância com a conjuntura do treinador Benfiquista, o que reduz imenso o risco de estar a ser "enganado". Como sempre digo nas previsões que efectuo, nada é certo até que aconteça, mas é à priori que se fazem previsões. Falhando ou acertando, o importante é ser sempre intelectualmente sério, e isso implica tentar compreender onde se falhou. Aqui ficam, à priori, as possíveis causas ao timing inexacto para a sub-fase benfiquista. À posteriori se verá se estamos certos ou nem por isso.
P.S - Recebi hoje uma mensagem no voice mail de um primo meu. Se bem se lembram, é aquele primo que perdeu um papel assinado por mim a dizer que o SLB não seria campeão com Koeman em 2005/06. O conteúdo da mensagem tinha que ver com a defesa de Quim ao penalty com o Aves e a sua ligação com a previsão do astrocosmo para esta sub-fase do benfiquista. Confesso que senti esta mensagem como um sinal divino, porque o meu primo tem uma certa tendência para o chamado "big mouth", que é como quem diz, para falar quando não deve. É um dom divinatório, mas ao contrário. Espero que ele não tenha perdido capacidades :)

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terça-feira, fevereiro 27

Benfica 2006/07

Benfica 3 - Paços de Ferreira 1.

2 golos de Simão.

Boas defesas de Quim.

Ausencia de críticas para Fernando Santos.

Claramente este não foi o jogo de viragem para os da luz, mas a tensão virá em crescendo nas próximas duas semanas: a conjuntura de Fernando Santos, indicadora de incremento de tensão e críticas, alem de algumas derrotas pessoais, não deixa espaço para outras interpretações.
Quanto a Simão e Quim era suposto já estarem activas as configurações planetárias indicadoras de diminuíção de rendimento, mas a realidade mostra-nos que continuam a ser duas das melhores unidades da equipa. Vamos esperar para ver se Março nos traz a confirmação desses indicadores.

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segunda-feira, fevereiro 26

Deco: o melhor de Espanha em 2006

1. Deco foi considerado, no âmbito dos Prémios Nacionais do Desporto espanhóis, que serão entregues aos vencedores em Junho pela família real, o melhor jogador de futebol em Espanha do ano de 2006. Ou seja, do ano em que o Barcelona venceu liga e Champions. Agora que a sua carreira promete sofrer alguns revezes, finalmente um prémio de consolação para o Luso-Brasileiro.
2. E por falar em carreira, a minha de astrologo continua à espera, desde há duas semanas, da queda conjuntural de Simão Sabrosa e Quim. A isto chamo de "perseguição conjuntural" porque, ao contrário de outras previsões que foram simplesmente falhadas por incompetencia própria, estas depois de aturada re-análise, continuam a fazer todo o sentido. Até que deixem de o fazer. Agora é o momento, e como prazo limite dou-lhes mais duas semanas. Por outro lado, "convinha" que a conjuntura de Fernando Santos se "alinhasse" com a dos jogadores para que tal se consubstanciasse em resultados menos positivos. Pois então, é tambem no espaço duas semanas que a tensão para com Fernando Santos vai em crescendo. Se eu fosse um astrologo de jeito até fazia umas previsões para jogos especificos, como por exemplo, para o de hoje à noite. Mas como o passado já demonstrou que nesse capítulo os deuses não estão comigo fica apenas a referência a este período.
3. No post anterior, em que falei da recuperação do Sporting a partir de inicios/meados de Março, esqueci-me de fazer menção a um atleta: Alecsandro. Como talvez se lembrem, o mês de Março, ou pelo menos boa parte dele, não se adivinha conjunturalmente brilhante para Liedson. Pois bem, se, para alem de Djaló, Paulo Bento quiser lançar mão de Alecsandro, está "liberado". Em Abril as coisas turvam um bocadinho para o Brasileiro, mas nessa altura lá estará Liedson para fazer as vezes.

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sexta-feira, fevereiro 23

Ladies and gentlemen, I give you: Row zé Mâurinho

1. Depois do enterro que lhe fizeram em finais de Dezembro/inicios de Janeiro, Mourinho encontra-se na melhor fase da sua temporada 2006/07, e essa fase está longe de terminar. A popularidade está alta mas não vai parar por aqui. Os ultimos 2 meses da época trazem, no entanto, de volta velhas tensões, mas é tambem nessa fase da temporada que Alex Ferguson enfrenta o maior desafio dos seus ultimos anos: tentar vencer uma conjuntura complicada e desestruturante de modo a não perder um campeonato que parecia já não poder fugir-lhe. Uma emocionante luta de conjunturas complicadas. De notar indicadores fortes de rescisão contratual na conjuntura de Ferguson quer no fim desta temporada, quer durante toda a temporada 2007/08.
2. Continuo a aguardar a queda conjuntural de Simão Sabrosa e Quim para este final de mês. No caso do Guarda-redes a conjuntura menos boa prolonga-se por boa parte de Março, embora seja esta parte final de Fevereiro a mais afectada. Procurando "encaixar" a conjuntura dos jogadores encarnados com o treinador benfiquista, é a partir do jogo da próxima jornada da liga Portuguesa, com o Paços de Ferreira, o mais tardar da seguinte, que a conjuntura de Fernando Santos deixa de estar amparada por configurações responsáveis pelo actual momento de boa crítica. Ao mesmo tempo, Nuno Gomes mantem-se abaixo da linha de água tambem até final de Fevereiro 2007, embora mostre melhorias consideráveis a partir de Março, altura em que pode voltar a ser o avançado concretizador do passado.
3. A sorte do FCP nesta edição da liga dos campeões pode ter ficado ditada pelo resultado alcançado no dragão. Para a 2ª mão o Chelsea não estará mais fraco conjunturalmente, e Mourinho muito menos, mas é preocupante para os portistas a conjuntura que a maior parte dos seus atletas apresenta no jogo frente ao Maritimo que disputam imediatamente a seguir ao jogo de Londres.

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quarta-feira, fevereiro 14

E siga o circo

A euforia que anima os adeptos faz do futebol a mais volátil profissão do mundo em termos de apreciação individual. Ora agora é o maior, ora logo a seguir é a maior gosma. O Benfica de Fernando Santos pode bem tornar-se em mais um exemplo acabado desse esquema de vida se as conjunturas de jogadores como Simão e Quim para as próximas duas semanas se concretizarem em resultados negativos para a equipa. Não são só eles que revelam uma descida de forma mas, tratando-se dos jogadores mais em forma e mais idolatrados actualmente pelos adeptos, uma conjuntura como a que apresentam pode revelar algo mais do que apenas uma queda individual. Atravessando-se pelo meio deste período a eliminatória com o Bucareste, o perigo existe. Não faço apreciações individuais a jogos especificos, ou pelo menos tento não o fazer, dada a falta de jeito que já mostrei, mas o perigo está lá, e pode manifestar-se em algum ou alguns dos 5 jogos que a equipa terá de disputar até inicios de Março. O jogo da jornada de dia 11 Março 2007 ainda preocupa, sobretudo devido a uma configuração planetária do mapa de Fernando Santos.
Vamos aguardar e deixar os prognósticos para o fim de cada jogo, algo que o Mestre Alves não faria (o Benfica perdia os jogos todos, por certo, na opinião do homem). O dano que gente deste calibre faz à astrologia e ao esoterismo, aos verdadeiros astrologos e aos verdadeiros esotericos, não é sequer comensurável. Que exista gente desta eu compreendo. Que canais de televisão lhes deem tempo de antena, nao quero compreender. E siga o circo.

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